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A Mozilla anunciou um tempo atrás e agora virou realidade: no Firefox Nightly, o Speed Dial agora apresenta sites que pagaram para aparecer lá. Segundo o porta voz da Fundação os sites patrocinados terão uma marcação clara.

Segundo o pessoal do Engadget, algumas "janelinhas" do Speed Dial apresentam a marcação de "patrocinado", como o Wired e a BBC na foto acima. No entanto outros, como Facebook, Amazon e YouTube, não apresentam a marcação. 

A Mozilla se defendeu dizendo que apenas sites que pagaram para aparecer serão marcados, enquanto outros que sejam recomendados não receberão o marcador. Esses sites recomendados devem aparecer de tempos em tempos aleatoriamente.

Apesar de ser uma atitude polêmica, o espaço do Speed Dial é utilizado a tempos por navegadores como o Opera. O que não pode ocorrer é a Mozilla utilizar dados de usuários para atrair esses anunciantes.



A ferramenta de design Gravit, escrita utilizando Javascript , HTML 5 e CSS, e tornará opensource no fim do próximo mês quando a versão estável for lancada. O anúncio foi feito na página oficial da empresa por trás do software.
Segundo os desenvolvedores o projeto foi iniciado como uma experiência para saber até onde um software construído com tecnologias web poderia chegar. O resultado até agora foi tão bom que o trabalho foi reconhecido por diversos designers e revistas especializadas. O Gravit inclusive vem sendo comparado ao finado Fireworks, aplicativo da Macromedia que concorria com o Photoshop até a empresa ser comprada pela Adobe.
No post a empresa deixa claro que pretende continuar explorando comercialmente o código do Gravit, seja com soluções derivadas ou com extensões pagas, como faz o BlueGriffon, por exemplo. Não ficou clara no entanto que licença de código aberto será utilizada para o projeto. Como o desenvolvedor diz no anuncio que outras empresas poderão utilizar o código do Gravit em seus próprios projetos sem necessariamente abrir o código dos mesmos, é certo que não será alguma da família GPL.
Não sou designer para afirmar a qualidade do Gravit, mas ser comparado como o Fireworks não é para qualquer um. De qualquer forma, um projeto abrindo seu código nunca é má noticia.
Via Medium

Parece que finalmente a suíte office de código aberto mais utilizada na atualidade está (finalmente) a caminho do Android. Um desenvolvedor está trabalhando atualmente no software.






Imagem do post: modificação de applause, applause!
 
No último Sábado, em post no blog oficial do KDE, o antigo desenvolvedor do Konqueror deu o recado: não tem mais tempo para trabalhar no navegador/gerenciador de arquivos/visualizador de arquivos e, por conta disso, o projeto está a procura de um novo líder.

O Konqueror, que já foi gerenciador de arquivos e navegador padrão no KDE 3 e teve seu motor KHTML utilizado como base para o hoje extremamente difundido e utilizado WebKit, passou pelo KDE 4 praticamente desapercebido e sem grandes novidades.

A principal tarefa do novo desenvolvedor é portar o código atual para o Qt5, para que o aplicativo se mantenha ao menos vivo no KDE 5. E para essa tarefa não é necessário se comprometer a tocar o projeto: você pode simplesmente ajudar a portar o código e sair.

No entanto o novo mantenedor do projeto tem a tarefa de modernizar e dar atenção merecida ao Konqueror. Uma das possibilidades é utilizar além do motor de navegador próprio, o motor do Dolphin para gerenciar arquivos, o motor do Okular para visualizar documentos e o motor do Gwenview para ver imagens.

Eu creio que a grande pergunta do momento é se o Konqueror deve ser levado ao KDE 5 ou se o melhor a se fazer é deixá-lo descansar em paz. Se for feito um simples port para Qt5, sem modernizações e melhorias posteriores, é melhor deixar o projeto apenas como uma lembrança.

O Firefox OS ganhou um dos aplicativos mais aguardados da minha parte: um cliente para a rede social Twitter.

 Escrito utilizando o framework Enyo, o Macaw chega ao Marketplace do Firefox OS com a responsabilidade de ser o primeiro cliente alternativo para Twitter. E não decepciona.

O aplicativo chama a atenção logo de cara por apresentar um visual que respeita o padrão do Firefox OS. Além disso ele funciona sem maiores travamentos, apenas com uma pequena lentidão na hora de começar a digitar um tweet ou retweet.

Código fonte disponível, mas com licença proprietária?

Uma coisa que me deixou um pouquinho decepcionado em relação ao Macaw é a sua licença restritiva, apesar do framework utilizado estar sob a licença Apache 2.

A licença é bem explícita ao proibir "reproduções, distribuições, modificações [...] para fins comercias sem permissão por escrito" tanto do código fonte, quanto das imagens e logos do aplicativo.

É realmente uma pena que em um período que as licenças permissivas, como a GPL, BSD e a Apache estão em alta, um software tão pioneiro esteja preso em uma licença proprietária, mesmo com o código fonte disponível no GitHub.

 Vale a pena o download?

Software proprietário ou não, o Macaw é a primeira alternativa ao aplicativo oficial do Twitter. Apesar de ter as restrições de qualquer outro cliente para Android ou outras plataformas, ele cumpre muito bem o seu dever, sendo um aplicativo top de linha. A única coisa que lhe falta e a integração com o sistema de notificações do Firefox OS.


A versão instável do openSUSE, a famosa Factory, vai se tornar uma distro Rolling Release, como o Arch Linux por exemplo. O anúncio foi feito hoje no blog de notícias da distribuição.

O modelo que será utilizado no openSUSE Factory é uma mistura do que é visto no Arch e no Debian Sid. Os usuários da distro receberão pelos repositórios oficiais as últimas versões dos softwares. Em determinado ponto, os pacotes dessa versão se tornarão a base da versão "tradicional" do openSUSE. A expectativa é que a nova distro elimine a necessidade de versões alfa e beta.

Apesar de receber as novidades antes, isso não quer dizer que os pacotes que chegarem aos repositórios não serão testados. De acordo com o modelo de desenvolvimento, os pacotes passarão por duas rodadas de testes no openQA (framework de testes para softwares) e pela liberação dos mantenedores da distro antes de chegarem aos repositórios.

Se tudo ocorrer conforme o esperado, o openSUSE Factory deve agilizar o lançamento das versões tradicionais da distro e ao mesmo tempo ser uma opção para aqueles usuários que desejam ter sempre as versões mais recentes dos seus softwares em sua máquina.


Com informações e ilustração de openSUSE News
Sempre que sai uma notícia de uma decisão duvidosa da Mozilla em relação ao Firefox sempre tem um comentário recomendando o Palemoon. Tantas foram as recomendações que eu resolvi testar e trago para vocês minhas impressões.

Após abrir o site do Palemoon e ler algumas páginas eu fiquei com a impressão de que o principal combustível para o desenvolvimento do navegador é o descontentamento com os rumos que o Firefox tomou. O alvo principal da crítica é o novo tema Australis, mas não somente ele.

O navegador é baseado no Firefox 24 ESR e a intenção dos desenvolvedores é continuar nessa base o quanto for possível. Como o novo ESR, o 31, foi lançado essa semana, o 24 só tem mais um ciclo de atualização. Depois disso os desenvolvedores do Palemoon terão de escolher entre abraçar o novo ESR - com Australis e tudo - ou manter o motor do 24 sem o apoio da comunidade de desenvolvedores e voluntários da Mozilla.

Firefox 3, é você?

Quando você abre o navegador pela primeira vez, toma até um susto: apesar de ser baseado no Firefox 24, a aparência é customizada para ficar igualzinha a do Firefox 3. Abas abaixo da barra de endereço, menus tradicionais, enfim, tudo muito clássico. É claro que navegando pelos menus você encontra as opções para deixá-lo com o visual mais próximo do Firefox pré Australis.

Tirando o visual, tudo ali é o navegador da Mozilla. A compatibilidade de extensões, temas e sites é total. Os menus, as configurações. Até a forma de sincronização antiga está lá.

Vale a pena instalar?

A minha resposta imediata a essa pergunta é não. O Palemoon é o navegador para aquele cara que gosta do Firefox, mas acha que ele era visualmente melhor antes da versão 4 ou que não gostou nada do Australis. Se o novo visual do Firefox não te afetou, você não vai ver graça no Palemoon.

Em termos de performance, praticamente não há diferença entre os dois. O consumo de memória é o mesmo, com uma pequena vantagem para o Firefox e o carregamento das páginas não é mais rápido. Segundo a página do projeto, se você não está sentindo a diferença de velocidade é porque não está abrindo as páginas certas (acredite se quiser...), então eu provavelmente não abri os "sites certos".

O projeto vai enfrentar nos próximos meses um grande obstáculo, já que o suporte ao código do Firefox 24 só vai durar mais um ciclo de 6 semanas. Depois desse tempo, só com o novo ESR, o Firefox 31, já com Australis. Não acredito que a pequena equipe de desenvolvimento do Palemoon consiga manter sozinha uma versão do motor Gecko.

Página do projeto: http://www.palemoon.org

O barraco dessa semana tem como protragonistas a BlackBerry e a SGP Technologies - empresa por trás do Blackphone. A discussão feita através dos blogs das empresas envolveu principalmente privacidade e público alvo dos produtos das duas.

Quem começou foi a BlackBerry. Em um post no blog de negócios da empresa Joe McGarvey falou sobre a comparação entre o seu produto e o Blackphone. Entre outras coisas, o post indicou que o foco do seu produto era o usuário corporativo, enquanto o da SGP eram os "individuos comuns". Exaltou diversas ferramentas, como o BlackBerry Enterprise Service 10, Balance e o Guardian. Aproveitou ainda para declarar que o tipo de privacidade que o Blackphone fornece não pode existir em empresas.

A SGP não deixou por menos e respondeu também em um post. Inicialmente exaltando o papel que o BlackBerry representou no começo dos anos 2000, o texto continua dizendo que em 2010 foi descoberto que a RIM - empresa por trás do BlackBerry - tornou tecnicamente possível que as mensagens criptografadas dos usuários fossem descriptografadas e lidas por governos. E continua a declaração afirmando que a restrição da arquitetura da plataforma, a não adoção do sistema por terceiros e a mudança da prioridade pra clientes de grandes empresas são os motivos que levarão ao declínio do BlackBerry.

Creio que não foi uma boa ideia para a BlackBerry o post comparando o seu serviço com o do Blackphone. Apesar de ter exaltado os serviços que possui, acabou de certa forma menosprezando o produto da SGP. Com isso, abriu a guarda para ser atacada com muitas verdades no post da concorrente. Eu recomendo que seja feita a leitura dos textos das duas empresas para que vocês tirem suas próprias conclusões. Eu, de antemão, digo que a BlackBerry perdeu uma excelente oportunidade de ficar calada, pois não teria que ler as verdades escritas pela SGP.

Post no blog da Blackberry
Post no blog do Blackphone

O Debian recebeu no mês passado um duro golpe. A Spotify, uma das empresas que utilizavam o Debian em seus servidores, anunciou que está migrando para o Ubuntu 14.04 LTS. A informação vem do blog de um colaborador da distro e pode ser confirmada na lista de discussão do projeto.
Desde que o Dreamhost anunciou no meio do ano passado que também estava migrando para o Ubuntu, os colaboradores do Debian, juntamente com empresas interessadas, iniciaram um projeto para aumentar o tempo de suporte da versão 6 da distro, criando uma espécie de LTS.
Mas o esforço não parece ter surtido efeito ainda. Em Junho uma funcionária da Spotify comunicou na lista de discussão que os 5000 servidores da empresa estavam em processo de migração do Debian para o Ubuntu 14.04 LTS. Os motivos apresentados são doloridos, porém verdadeiros: o Ubuntu tem lançamentos com datas mais previsíveis e o tempo de suporte oficial da distro é bem maior.
Os colaboradores do Debian não tem muito o que fazer além de incentivar que empresas que utilizam o Debian em seus servidores ou máquinas de trabalho contribuam financeiramente para o projeto do Debian LTS. Com o nome que o projeto tem, um tempo de suporte maior e uma agenda de lançamentos que seja cumprida, eles tem tudo para recuperar esse espaço e conquistar alguns novos.
Com informações do blog do Raphael Hertzog.

O tão esperado recurso de suporte a multiprocessos no Firefox ganhou uma versão para ser lançado. Só não será tão logo: se nenhum imprevisto ocorrer, a novidade chegará na versão 36.
Com o novo recurso o processo da parte central do navegador será separado dos processos das abas e dos plugins. Isso garantirá não só mais estabilidade e segurança para usuário, como também pode implementar as bases para um futuro recurso de abrir abas nas já famosas sandboxs.
A partir do dia 18 o recurso estará disponível na versão Nightly, mas não estará habilitado por padrão. Em Outubro, quando começa o processo de desenvolvimento do Firefox 36, a novidade será habilitada por padrão e começará o processo para chegar a versão estável, com previsão de lançamento para Fevereiro de 2015.
Com informações de ghacks.net.
 
A grande espectativa da comunidade Tizen era o anúncio do Samsung Z, primeiro smartphone com o novo sistema operacional, durante a conferência que ocorreu na Rússia na última semana. Mas tudo foi em vão já que o lançamento do aparelho foi adiado por tempo indeterminado.

O sistema seria lançado na Rússia e o aparelho estaria entre um mid-end e um high-end. A operadora que venderia o Samsung Z desistiu delo mesmo velho motivo: a loja de aplicativos do Tizen é praticamente vazia. Se isso já é um problema para o Firefox OS, focado em low-ends, imagine para um smartphone top de linha.

A Linux Foundation vai ter que encontrar uma forma de atrair os desenvolvedores para o Tizen se quiser implacar o sistema. A operadora Russa deixou bem claro que só lançará um aparelho com o sistema quando a loja de aplicativos estiver mais povoada e isso deve demorar. Enquanto o Z está adiado por tempo indeterminado, fica a esperança de que os smartwatchs com Tizen tenham mais sorte.

Com informações de Linux Gizmos
Shaking Hands

Algumas pessoas sonham com uma melhor integração entre o navegador Firefox e o ecossistema do ambiente gráfico KDE. Pois um bug de 12 anos de idade foi ressuscitado nessa semana para tentar reaquecer a discussão.

A princípio a integração não é nada muito fantástico: apenas um ícone de acesso as configurações do Firefox diretamente no centro de controle do KDE e uma integração com o Dolphin, gerenciador de arquivos do KDE, para que ele identifique que alguns tipos de arquivo podem ser abertos utilizando o Firefox.

Mas os desenvolvedores da Mozilla não parecem muito animados em trabalhar nisso e ninguém pode culpá-los por isso. Segundo números divulgados por ele, os usuários Linux são apenas 3% da base do Firefox. Até o zumbi Windows XP tem 7x mais usuários usando o navegador da Mozilla. São os números, meu amigo.

Como os usuários do KDE não passam de uma porcentagem dentro desses 3%, a integração não é uma prioridade dentro da Mozilla. Entretanto, caso desenvolvedores do ambiente gráfico quiserem trabalhar nesse integração diretamente dentro do Firefox, a Mozilla está disposta a aceitar o código desenvolvido.

A comunidade cobrou, a Mozilla se justificou e jogou a responsabilidade para cima do pessoal do KDE. Todos os usuários do ambiente gráfico esperam que algum desenvolvedor se interesse em trabalhar nessa integração. Muita gente agradece.

Com informações do site Phoronix e imagem por Aidan Jones/CC-BY-SA 2.0
O Krita, aplicativo de pintura digital construído com o framework Qt, anunciou ontem que não somente alcançou como ultrapassou sua meta no financiamento coletivo.

A campanha foi iniciada no começo de Junho e a meta era de €15.000. A campanha foi finalizada com um total de €19.955 alcançado. Segundo a página oficial, mais €846 via PayPal.

Os recursos serão utilizados para pagar dois desenvolvedores do projeto para trabalharem em tempo integral no programa. Durante os últimos seis meses um dos desenvolvedores já trabalhou em tempo integral e conseguiu implementar recursos importantes, além de corrigir vários bugs.

Além dos 24 recursos que passarão por votação entre os voluntários que contribuíram no Kickstarter para definir a ordem de prioridade, o grande carro chefe dessa campanha foi a promessa de uma versão do programa para o Mac. Atualmente o Krita está disponível para Linux e Windows somente.

Os desenvolvedores informaram que o Kickstarter ainda vai demorar "algumas semanas" para depositar o dinheiro e somente então o ciclo de seis meses começará a ser contado.

Com informações de krita.org e kickstarter
A Mozilla tem feito há algum tempo um grande esforço para trazer games de ponta para a web, como o port da Unreal Engine 4, e o suporte a joysticks através da GamepadAPI é parte central desse esforço.

O estúdio de jogos indie Enclave Games disponibilizou na Firefox Marketplace o game Hungry Fridge. Até aí nada demais. A grande diferença dele é que também está disponível para tablets e PCs e nesse último tem suporte a GamepadAPI, sendo possível utilizar joysticks.

O game é um experimento de bastante sucesso e tem o código fonte disponibilizado no GitHub. Por utilizar com excelência os padrões da nova API, o seu código é utilizado como exemplo em um livro sobre desenvolvimento de jogos em HTML5.

O Hungry Fridge não é nenhum primor nos gráficos e o jogo em si é até bem bobo. Seu valor verdadeiro parece ser o exemplo de utilização do suporte a joysticks no navegador.

Com informação e imagens de Firefox OS Guide
O game de estratégia baseado em turnos Freeciv, considerado o game mais próximo do famoso Civilization II, lançado em 98, ganhou uma versão para navegadores.

Segundo a página oficial, a versão para navegadores do game utiliza recursos do HTML5, como canvas e websockets, sendo compatível com qualquer navegador moderno em PCs, tablets e smartphones.

Segundo a Wikipédia, a ideia de uma versão online data de 2007, mas só recentemente ela saiu do papel. Freeciv pode ser jogado em modo singleplayer ou em multiplayer para até 126 jogadores.

Lembrando que o Freeciv está disponível também nos repositórios da maior parte das distros Linux.




A Qualcomm protagonizou no último fim de semana um dos maiores momentos #VergonhaAlheia dos últimos tempos: uma empresa de segurança contratada pela fabricante do processador Snapdragon utilizou o DMCA para tirar do ar mais de 100 repositórios do GitHub, entre eles alguns da própria Qualcomm.

Segundo a empresa de segurança digital Ceyveillance, ela é autorizada pela Qualcomm a proteger a marca da empresa e resolveu ordenar a remoção de repositórios que supostamente utilizavam códigos e marcas confidenciais da fabricante de processadores. Além de repositórios da própria Qualcomm, CyangemMOD e a Sony estão entre as empresas que tiveram seus códigos retirados do ar.

Como era de se esperar os donos dos repositórios não gostaram nada da atitude e a empresa foi obrigada a reconhecer que ao menos um deles foi retirado do ar de forma injusta e pediu que todos sejam recolocados no ar até que seja feita uma análise individual para definir quais deles estão realmente violando os direitos da empresa.

Até o momento em que esse post foi escrito, os repositórios continuavam bloqueados. Você pode ver o pedido de retirada e a lista dos repositórios aqui.

Com informações de Android Police e Imagem por Liz West - CC-BY 2.0
Atualizações a parte, o Firefox OS continua recebendo muitos aplicativos novos em seu Marketplace e entre eles, obviamente, estão alguns jogos. Falarei sobre dois deles que me deixaram viciado essa semana.

My Candy


My Candy Game



Eu juro para vocês que não sou um viciado em Candy Crush, mas não posso negar que de vez em quando ele é bom para passar o tempo. O Firefox OS até tinha uma versão do jogo original, mas ela era desatualizada e funcionava bem mal.

Esse jogo não tem segredo: junte os doces iguais e seja feliz.


Monster Bash




Esse é mais um daqueles games viciantes para celular onde você tem que matar zumbis e criaturas do mal. A garotinha perdeu seu gatinho dentro do cemitério e para ajudá-la a encontrar o seu bichinho você precisa matar todos os monstros que forem aparecendo.

A ideia parece boba, mas o jogo é bem díficil e requer muita rapidez e atenção.


E aí, algum jogo do Firefox OS já te deixou viciado?

A KO GmbH, empresa alemã que desenvolve programas como o Calligra Office e o Krita, anunciou a versão 0.5.0 do WebODF, biblioteca  que permite adicionar o recurso de edição de documentos no formato odf (open document format) a páginas html.

Entre os principais recursos da versão podemos destacar: múltipla seleção (utilizando SVG), tocar para aumentar ou diminuir o zoom, seleções em dispositivos touchscreen e mais opções para edição colaborativa de documentos.

Muitos ativistas do software livre está apostando que a união entre a nova versão do WebODF e o OwnCloud criará uma espécie de Google Docs de código aberto e com suporte a edição de documentos em formato aberto.


O desenvolvedor Aleix Poli publicou em seu blog um projeto de trazer os aplicativos do KDE para o Android, com a condição de não necessitar de um port para Java nem nada do tipo.

Favorável ao seu trabalho, Poli conta com o novo Qt 5.4 que começa a trazer um suporte inicial ao Android por padrão. Além disso o tão badalado recurso do QtQuick também seria favorável.

O foco é que os aplicativos continuem sendo feitos em C++, com o framework Qt e sendo compilados com o cmake, mas que o resultado da compilação já seja um apk compatível com o Android. O desenvolvedor está testando o projeto com o KAlgebra.

Ele pede que os interessados no projeto entrem em contato, já que para portar todos os aplicativos do KDE, como o Amarok e o Calligra Office, muito trabalho ainda precisa ser feito e quanto mais gente para ajudar, melhor.

Aprenda a compilar o KAlgebra para Android


Parece que os aplicativos feitos com o framework GTK+ 3 terão uma cara mais próxima do Gnome a partir das próximas versões - e em todas as plataformas. Um dos desenvolvedores do projeto anunciou em seu blog que o tema Adwaita passará a ser o padrão.

Até a atual versão estável o tema padrão do GTK+ 3 era o Raleigh, uma espécie de tema padrão do Windows 98 com algumas pioras. Segundo o desenvolvedor, esse era o default até o momento porque era leve e não tinha dependências.

Como a implementação do CSS no GTK+ 3 alcançou um nível de maturidade alto e o Adwaita, que até então utilizava uma engine própria, foi portado para usar somente CSS, não foram encontrados motivos para não utilizá-lo como padrão.

Embora o tema default do Gnome 3 não seja uma unanimidade em termos de beleza, creio que todos concordamos que ele é melhor que o Raleigh. Já é um avanço.

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Harman Singh Hira

User Interface Designer, Amateurish Poker Player and Imaginary Breakdancer ...