sábado, 19 de dezembro de 2009

Goo.gl: O encurtador de links do Google

Com a explosão do twitter que explora mensagens curtas, cada caractere passou a velar muito, abreviações entre outros foram os meios para facilitar a mensagem.
Então um mercado surgiu: O dos links curtos, sites criavam redirecionamentos dos links para lins geralmente de 14 caracteres.
Os mais conhecidos no mercado são o Migre me e o BitLy, porém outra empresa entrou no mercado: O Google.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Conhecendo o Linux Mint

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Sidux Momos: O melhor KDE 4

Na onda de lançamentos do últimos mês, a equipe do Sidux lançou a versão 2009.03, com codinome Momos. O sistema é a nova cartada da distro que tem por objetivo trazer a versão "instável" do Debian na maior estabilidade possível para os usuários.

Eu já havia testado o Sidux há algumas versões anteriores. Infelizmente ainda era baseado no muito bom, porém já ultrapassado, KDE 3.5, o menu era um pouco desorganizado, enfim, não me animei em chegar a queimar em um CD. Mas dessa vez a equipe da distro levou a sério a velha máxima de fazer sempre melhor.

Como é de costume, o Momos foi testado na VirtualBox primeiro e me surpreendeu muito. Sinceramente, achei que era brincadeira e resolvi queimar em um CD e testar o LiveCD para verificar se era verdade. E era. O Sidux Momos é a primeira distro que eu testo onde a mudança do KDE 3.5 para a série 4.x foi sentida - para melhor - apenas visualmente e não na memória. A distro é surpreendentemente veloz, mesmo no LiveCD, mantendo a tradição do Debian em trazer distros muito mais leves e super funcionais. Não cheguei a testar o instalador porque havia acabado de configurar meu Fedora 12 com KDE e pretendo ficar nele um tempo.

Como nem tudo é perfeito, a equipe do Sidux deu uma das maiores mancadas entre as distros dos últimos tempos: o sistema não vem com o NetworkManager na versão Lite, o que impossibilitou minha conexão com a internet e meu deixou bem zangado. Outra coisa que não ficou muito legal foi o visual vermelho. Por uma parte foi uma iniciativa positiva por deixar de lado aquele padrão quase universão do Dekstop azul. Por outra parte, ficou um desktop muito "flamenguista" - e olhem que eu sou torcedor do mengão - com o papel de parede vermelho e a barra de tarefas preta.

O Sidux tem tudo para acertar o passo no próximo release. A adição do NetworkManager é uma óbvia necessidade, mas o restante do sistema está perfeito, mostrou uma possibilidade do KDE 4 que eu duvido que alguém conhecia. Uma outra grande vitória do Sidux é trazer ao mundo Linux a grande espectativa de como será o Debian com KDE. Ao que parece, vai surpreender muita gente.



terça-feira, 15 de dezembro de 2009

KPackageKit: Instalando Programas no KDE

Um dos meus grandes traumas do Kubuntu até hoje é o instalador de pacotes que ele trazia na versão 8.10. Era um programa bagunçado, péssimo de se trabalhar e, adivinhem, pesadíssimo. Como instalei o KDE no Fedora, achei que estaria destinado a conviver da maneira mais pacífica possível com ele. Mas não.







Alguns vão falar: mas e o Synaptic? O Fedora não vem com ele e eu não quis ser a ovelha negra da família instalando ele no meu desktop. Se você está numa casa onde todos usam sapato, não venha calçando seu chinelo, certo? Mas voltando ao assunto, o Fedora instalou o surpreendente KPackageKit. O começou foi meio complicado pela falta de costume com a interface, anos de costume como o Synaptic gera isso.



Mas depois que você se familiariza com a interface, o KPackageKit se torna um dos melhores que eu já vi. Melhor que o aclamado "Software Center" do Ubuntu e o correspondente do Fedora Gnome. Com apenas alguns cliques conscientes e uma procura bem feita, o programa acha e instala, ao seu comando é claro, o programa desejado. As atualizações são notificadas da maneira mais discreta possível, e o processo pesa o mínimo para o PC.





É lógico que o programa ainda precisa crescer bastante para chegar ao nível do aclamado Synaptic. Mas ainda sim, a interface e a facilidade na instalação, remoção e atualização de pacotes surpreende muito. O KPackageKit é mais que recomendado.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Quake Live

Se você é daqueles que acha que o navegador é um programa que serve apenas para enviar aquelas correntes chatas para o e-mail dos amigos e ver aqueles videozinhos escondido no trabalho, está muito enganado.
O Quake Live, produzido pela IdSoftware, utiliza o mesmo motor do Quake III e é totalmente gratuito. Até aí nada não vi nada que fugisse dos padrões dos games atuais para que pudesse me impressionar, a não ser o fato dessa versão funcionar totalmente no browser.


Isso mesmo! Nada de instalar algum .deb, executar algum .bin, ou dar algum comando via apt. Tudo é feito pelo próprio navegador (Firefox ou IEca). Não fique imaginando que isso deixa o jogo lento, pesado e quase impossível de se jogar. Na verdade, se jogá-lo em modo Tela Cheia nem perceberá que tudo está sendo executado em cima do Firefox.
Deixando as enrolações de lado, vamos logo por a mão na massa e colocar tudo para funcionar.
Os ingredientes requisitos necessários para poder jogar, são apenas um navegador (lógico!!!), uma conexão banda larga (lógico!!! [2]) e uma placa com suporte a 3D. Se já tem  tudo disponível, acesse o site oficial e faça um cadastro. Nele ficarão armazenadas todas as suas informações referentes ao game.
Após concluir o cadastro, será necessário fazer o download de um plugin (cerca de 1,4MB) que será instalado no Firefox.

Download do Plugin
Após o download do plugin, será necessário reiniciar o navegador e fazer a instalação dos componentes necessários para o funcionamento do game.
Depois de tudo devidamente baixado, chega a hora da melhor parte de todo o processo: matar (ou morrer) muito.

Download dos Complementos do Jogo
O primeiro desafio do jogo será uma fase de treinamento, onde além de aprender os macetes iniciais do Quake Live, você será classificado em um nível de acordo com seu desempenho. A partir dessa classificação você terá a disposição servidores com gamers do mesmo nível. Com o passar do tempo, sua classificação poderá ser melhorada de acordo como você estiver saindo-se.

No final de cada partida suas estatísticas serão atualizadas no site do jogo, podendo ser analisadas diversas informações como armas e fases preferidas, além de quantos inimigos você já detonou.
Eu meu Ubuntu 9.04 com uma conexão de 1MB o Quake comportou-se perfeitamente, sem travar um só momento sequer.

E então, o que está esperando? Aproveite agora, já que não custa nada.
 
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