sábado, 12 de dezembro de 2009

Torpedo a cobrar - Claro e Oi

De acordo com uma reportagem da Folha On Line mais da metade dos brasileiros tem telefones celular, e após as regras de desbloqueio é fácil cada pessoa possuir no mínimo dois chips de operadoras diferentes, no meio deste mundo tem as mensagens tipo SMS, que é um dos serviços mais utilizados do setor mobile.

Observando mais uma oportunidade, as operadoras de telefonia celular Claro e Oi lançaram uma novidade para as pessoas que gostam de mandar SMS (mesmo quando estiverem sem créditos): É o SMS a cobrar.

No caso da Oi o torpedo custa 45 centavos, e no caso da Claro 30 centavos.
 

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

KDE 4.3: Desktop


quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

KDE 4.3: Finalmente um teste

Como estou no Fedora e não no Ubuntu, resolvi finalmente dar uma chance para o tal KDE 4.3. Como o pessoal falava durante todo o tempo que essa versão era a tal salvadora do projeto (eu já escutei essa história em todos os releases anteriores...), resolvi testar e posto as minhas experiências.


Como minha Nvidia não estão ativada aqui no Fedora, os efeitos do KDE que ajudam a devorar a memória não estavam ativados no ínicio. O desktop continua belíssimo, o que eu nunca contestei. A performance do sistema ao iniciar, sem nenhum aplicativo aberto, teve uma sensível melhora, refletindo-se no consumo de memória com programas abertos que melhorou muito. Um ambiente que antes "comia" ao menos 300MB da minha RAM sem nada aberto, passou a devorar pouco mais de 190MB. Bom, parece que o nosso gordinho está de dieta.

A suíte de aplicativos KDE também ficou melhorada, agora que os meus queridos Kaffeine e K3B estão de volta, o primeiro com várias das suas funções já adicionadas. O Amarok, ao que parece, continua sua caminhada rumo a redenção. Os botões gigantes já não estão mais presentes (ao menos na versão que eu testei por aqui), e as já faladas funções de customizar a interface continuam presentes.

Como teste pouco é bobagem e eu não queria perder a oportunidade de alfinetar o KDE, eu resolvi ativar os efeitos da área de trabalho mesmo sem a minha Nvidia pra me ajudar. A principio, parece que a renderização por OpenGL não funcionou e o padrão com XRender ficou absurdamente lento. Sem os efeitos desnecessários ativados, a velocidade melhorou bastante e a mordida na memória diminui também. O consumo ficou em 270MB, com o Chromium (que é aplicativo GTK, ou seja, externo a família Qt do KDE) aberto.

Ainda não feliz, resolvi trocar o menu KickOff pelo Lancelot - mais bonito e, tristemente, mais devorador de memória - e o Task Manager padrão pelo Smooth Task, que é muito bonito, por sinal. Agora a memória pulou para 290MB, nada inaceitável, tendo em vista que esse consumo era de 400MB - por baixo - na versão 4.2 do KDE.

Concluíndo mais esse capítulo da novela "Cleiton e KDE: Contos de Amor e Ódio", o KDE 4.3 finalmente me agradou. A beleza se manteve, o consumo de memória melhorou muito e os aplicativos que fazem do KDE o KDE voltaram. Ponto positivo também para a ativação dos efeitos da área de trabalho mesmo sem minha Nvidia totalmente ativa. Parece que o KDE voltou pros trilhos da sensatez.


terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Repo Manager: Gerenciando os Repositórios do Yum

Alguns dizem que é feio falar do que você faz. Eu até concordo, mas nesse caso era necessário falar. Quem utilizou o Fedora sabe: para quem chega um simples gerenciador para os repositórios do Yum. Por padrão, esse trabalho é feito com edição manual dos arquivos dos repositórios e a adição de repositórios é feita por meio de instalação de arquivos rpm, o que é bem chato.

O Repo Manager (YRM a partir da próxima versão) foi pensado para dar o primeiro passo nesse sentido. A estrutura de repositórios do Yum é mais organizada que o sources.list do apt, já que cada repositório fica em um arquivo *.repo e para habilitar ou desabilitar basta modificar a linha "enable" do repositório. Logo, o programa precisa apenas editar essa linha para ativar ou desativar o repositório.

Existem outras maneiras de se gerenciar os repositórios do Yum, mas todas elas são temporárias como a desabilitação na linha de comando - ex.: yum install chromium --disablerepo=[fedora] - ou através das caixas de seleção do Yum Extender. No entanto, creio que a maneira como é feito o gerenciamento no Repo Manager é a mais correta, desabilitando ou habilitando permanentemente o repositório (até você modificar a opção 'enable' novamente).

A adição de repositórios era uma coisa bem chata. Abrir o editor de texto como root, para depois adicionar o texto do repositório, para depois salvá-lo no pasta correta era uma tarefa chatíssima. Com a ajuda do Repo Manager, basta apenas clicar no botão "Adicionar Repositório", adicionar o texto do repositório no campo e clicar no botão salvar. O programa faz o restante do trabalho por você.

Vale lembrar que o Repo Manager está apenas no seu primeiro release, atualmente em estado alpha. Ainda precisa de muito trabalho para ser o gerenciador de repositórios ideal e toda a ajuda e sugestões são muito bem vindas. Se você se interessou e deseja fazer os testes, o programa e alguns screenshots estão disponíveis no Qt-Apps: http://bit.ly/7EKljM.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Urban Terror 4.1

Domingo, sem universidade, sem trabalho, sem nada o que realizar durante o dia todo. O que poderia fazer para passar o tempo? Jogar! Mas aí alguns diriam: "Jogar no Linux? Está louco?". Mas isso é perfeitamente possível e com bons títulos.
Um game FPS no conhecido estilo do CS é o Urban Terror que tem uma jogabilidade bem simples sem fugir dos padrões e diversas fases onde sangue e tiros são certeza.


Utilizando a Engine do Quake 3 (mas não é necessário tê-lo instalado) o jogo dispõe de um bom arsenal (um total de sete classes de armas) e alguns modos de jogos interessantes:

Team survivor: Aqui os jogadores se dividem em dois times e o último que possuir jogadores vivos vence o round.
Bomb: O time vermelho terá a cada rodada um jogador com posse de uma bomba que deve ser instalada e detonada antes que o time azul a desative.
Capture the Flag: Neste modo cada time deve capturar a bandeira inimiga e trazer à sua base.
Free for All: Aqui é cada um por si e Deus por todo. Mate qualquer um que aparecer em seu caminho.
Team Deathmatch: similar ao Free for All, mas dividido em times.


Há duas opções para se jogar: Uma é em LAN (jogo entre máquinas conectadas em rede) e outra Online. No modo Online, testei em uma conexão de 1MB e o ping da grande maioria dos servidores era muito pequeno, promovendo uma ótima jogabilidade e rápida resposta aos comandos.
Como ele é disponibilizado para Windows, Linux e MAC, a quantidade de pessoas que podem jogá-lo é bem maior, ficando fácil encontrar várias pessoas online independente do horário.
A máquina usada para os testes era equipada com Linux Ubuntu Karmic Koala, Intel Celeron D 1.6GHZ, 1 GB de RAM e uma NVidia GeForce 6600 256MB, onde o Urban Terror funcionou perfeitamente.

O jogo é totalmente gratuito e pode ser baixado através site oficial. Após o download de cerca de 719MB, basta extrair o arquivo .zip. Ao abrir a pasta, dois arquivos serão o de principal interesse: ioUrbanTerror.i386ioUrbanTerror.x86_64. O primeiro arquivo é para processadores de 32 bits e o segundo é para os de 64 bits. Clique com o botão direito no arquivo correspondente, selecione Propriedades e depois a aba Permissões. Após isso basta selecionar Permitir Execução do arquivo como um programa (para que Terminal se tudo está ao alcance de alguns cliques?).
Prontinho. Dois cliques no Arquivo e é só curtir.
 
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