sábado, 10 de outubro de 2009

R7 o portal maquiavélico

Dia 27 de setembro, estreou o R7, o portal de noticias da Record, esta estréia tem um objetivo claro: Competir com o G1 (o portal de noticias da Globo), porém digamos que esta competição vem um pouco tarde.


Para isto o portal contou com alguns exemplos de "layout de sucesso", que podemos observar nas imagens abaixo.


G1






R7








Podemos aqui verificar perfeitamente tanto a semelhança com as cores, quanto que tanto os conteudos: Noticias, Esportes, Entretenimento e Vídeos aparecem em ambas e quase na mesma ordem.

R7

Aqui podemos observar a semelhança, times divididos por divisão, opção de verificar os times da divisão subsequente com um clique, times organizados por ordem alfabética, consequentemente ocupando a mesma posição (isto excluido o Barueri, pois pela ordem o R7 e o UOL consideram Barueri e o G1 Grêmio Barueri).

G1 e UOL













Outro exemplo é o modo com que se colocam as noticias mais lidas ou de destaque nos sites G1 e R7, o farmato se aquivale bastante, sendo formado basicamente por 3 linhas e 4 colunas.

G1 e R7














Como diria Maquiavel: " O homem prudente deverá constantemente seguir o itinerário percorrido pelos grandes e imitar aqueles que mostraram-se excepcionais, a fim de que, caso seu mérito a eles não se iguale, possa ele ao menos recolher deste uma leve fragrância.
Podemos perceber que a Record está seguindo a risca esta frase, pois além do R7, Record News, contratar atores globais e investir em Reality Shows, é concerteza "seguir o itinerário percorrido", que para muitos seria um eufemismo para plágio, bem, tire suas proprias conclusões acessando o R7 e o G1, agora.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Vídeo da Semana


Vídeo feito com massinha sobre o que é Software Livre. Bem legal.



quarta-feira, 7 de outubro de 2009

DRM + Linux = Aborrecimento

Passeava eu pela internet quando resolvi comprar umas músicas pela internet. Até aí nada novo, as lojas de música online estão espalhadas pelo mundo virtual com preços bem interessantes. Só existia um probleminha: como assim o requisito básico para se ouvir uma música é o sistema Windows?

Bom, existia explicação: DRM. Para quem ainda não conhece a sigla, DRM quer dizer Digital Rights Management, uma ferramenta para controlar os direitos digitais de algo. O problema é que, assim como os vírus, as músicas com DRM só funcionam no Windows, deixando o Linux e o MacOS de fora da diversão. Isso quer dizer, basicamente, que para ouvir a música (não se esqueça que você pagou por ela) você precisa não só estar em ambiente Windows, mas também usar o contestável Windows Media Player para baixar e ouvir a música. É como se você comprasse um refresco no mercado e o estabelecimento te obrigasse a usar um determinado tipo de copo. Um absurdo.

Se isso não fosse o bastante, eu ainda tinha um número limitado de vezes para baixar a música e a tal licença. Após três downloads de música/licença, se eu quisesse baixar outra vez, teria que baixar outra vez. Se você ainda não entendeu, eu explico: é como se você comprasse um CD e após ouví-lo três vezes, precisasse comprá-lo outra vez. Absurdo number two. Como eu não iria voltar a usar o Windows para escutar a porcaria de uma música, eu larguei foi a porcaria do site (Sonora do Terra, dando nome aos bois).

Algumas gravadoras como a DeckDisc (Pitty, Cachorro Grande, Matanza, entre outros) e EMI (Coldplay, Iron Maiden, entre outros) já disponibilizam as músicas de seus artistas em formato MP3, é só você procurar no lugar certo e comprar (site das gravadoras, diga-se de passagem), sem o "diabólico" DRM. Lojas internacionais como a Amazon MP3 Store, a Apple Store e 7digital já vendem em formato mp3, tristemente oferecendo o serviço apenas aos Estados Unidos e partes da Europa.

Meu consolo é que, assim como as olímpiadas, as MP3 Stores também venham para o Brasil. E você, o que acha de venda de músicas pela internet e DRM? Deixe sua opinião!

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Songbird 1.4 - Até agora decepção

O release 1.4 do player Songbird é um dos mais aguardados pelos usuários. Depois da função do equalizador, adicionada na versão 1.2, a função de Ripar CDs era a mais aguardada e será (ou seria?) adicionada nessa versão. Fui então conferir o getsongbird.com.

A primeira sensação foi de emoção, afinal, saiu o anúncio da versão beta do Songbird 1.4. Após baixar o player e executá-lo, veio a grande decepção: não havia função de CD Rip. Depois de xingar bastante (vai me dizer que você nunca fez isso...), recuperei meu fôlego e fui até o Blog do Songbird procurar uma boa explicação para não falar muito mal do player nesse artigo. E a única coisa que encontrei foi um motivo para falar pior ainda do que eu iria anteriormente. Como eu não tive estômago para escrever o que li por lá, vou usar um CTRL+C, CTRL+V para mostrar o trecho que "explica" a ausência do CD Rip nesse release beta para Linux:

"We’re delivering the CD Rip feature to Windows first. We generally develop for the largest platform first, and wanted to get that capability out without delay. Mac & Linux are coming!"

Para quem não entendeu o recado, ele diz simplesmente que entregaram a função para a maior plataforma primeiro e que a função para Linux e Mac está EP (em processo). Basicamente, falaram o que todo Linux User está ficando acostumado (e irritado) de tanto escutar: o Windows primeiro, depois o resto.

Eu sei que você está pensando que eu não deveria estar tão irritado, afinal, é um beta release. Mesmo assim: um player que se diz multi plataforma e trás uma função primeiro para uma dessas plataformas apenas, acaba sugerindo um preferência que não vai agradar aos usuários das outras plataformas "desprezadas". E por que, ao invés de ficar querendo brigar com o iTunes, os desenvolvedores não pensaram que um player bonito e com CD Rip para Linux seria algo quase inovador?

Enfim, é isso. Se a versão final do Songbird 1.4 não tiver CD Rip para Linux, vocês já sabem: função em processo.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

GIMP 2.8 terá interface em única janela



O GIMP (GNU Image Manipulation Program), criado em 1995 por Spencer Kimball e Peter Mattis, é o principal e mais usado editor de imagens de código aberto, presente na esmagadora maioria de distros Linux. Criado inicialmente para um projeto de faculdade, ele atualmente é mantido por um grupo de voluntários e é a principal dor de cabeça do Adobe Photoshop. A principal diferença visual do GIMP frente seu concorrente é o modo de organização de sua interface, onde no Photoshop existe uma janela principal onde ficam sub-janelas, enquanto no GIMP existem inicialmente três janelas padrões.


A partir da edição 2.8 essa aparência irá mudar. Para atender a maioria dos pedidos dos usuários (viva o Software Livre!), os desenvolvedores irão transformar a interface do GIMP em uma única janela, deixando-o bem mais fácil de se trabalhar e mais parecido ao seu principal rival. Segundo Peter Sikking, um dos desenvolvedores, essa mudança não será obrigatória para todos os usuários, que poderão selecionar qual dos dois modos de exibição preferem utilizar.
O GIMP também tem versões disponíveis para os Sistemas Operacionais MAC OS, da Apple, e Windows, da Microsoft, podendo ser baixadas através do site oficial.
A data de lançamento dessa versão ainda não tem prazo definido, mas há especulações para que seja ainda esse ano! É aguardar pra comprovar!
 
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